terça-feira, 31 de agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
Bônus da Educação deverá ser pago em março
Carol Rocha do Agora
Os 273 mil funcionários da rede estadual de ensino poderão receber o bônus em março do ano que vem, informou ontem o secretário da Educação, Paulo Renato Souza. As regras para o pagamento de 2011 ainda serão publicadas no "Diário Oficial" do Estado. O benefício será pago segundo as metas propostas para cada escola. O valor do bônus é calculado com base no Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo). O indicador considera os resultados das provas do Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) e também os dados da progressão escolar (como aprovação e repetência). As provas do Saresp neste ano vão ocorrer nos dias 10 e 11 de novembro.
A bonificação é proporcional ao resultado da escola no Idesp e, neste ano, chegou a 2,9 salários para os servidores de unidades que ultrapassaram as metas em 20%. Para os funcionários de escolas que cumpriram o objetivo, o bônus chegou a 2,4 salários. Houve pagamento também para as unidades da rede estadual de ensino que atingiram 10%, 20% ou 50% da meta proposta pelo governo.
SP pagará R$ 50 a aluno que fizer reforço de matemática
São Paulo - O governo de São Paulo vai pagar vale-presente de R$ 50 a estudantes que frequentarem aulas de reforço de matemática. O programa prevê que alunos dos 2º e 3º anos do Ensino Médio com bom desempenho na matéria recebam bolsa auxílio para ser tutores de alunos dos 6º e 7º anos do Ensino Fundamental. Aos tutores será oferecida uma bolsa mensal de R$ 115 pelos três meses de duração do programa.
A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Estado da Educação, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), professores da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisadores da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O investimento total no programa será de US$ 663 mil, sendo US$ 130 mil da secretaria, US$ 200 mil do BID e US$ 333 mil de parceiros
A secretaria informou que 441 escolas da rede em 70 municípios do interior e da Grande São Paulo participarão do programa. As sessões de estudo terão duração de 90 minutos e acontecerão duas vezes por semana, durante 12 semanas, entre os dias 1º de setembro e 23 de novembro. No dia 19 de agosto, será divulgado no site do Multiplicando Saber (www.multiplicandosaber.org.br) as escolas e os alunos que serão beneficiados pelo programa.
A estimativa do governo é atingir a meta de 35 estudantes inscritos por escola do Ensino Fundamental e 15 tutores por escola do Ensino Médio. O professor coordenador também receberá um vale-presente de até R$ 50, de acordo com o número de alunos inscritos em sua escola (quanto mais próximo da meta, maior o valor), e outro vale-presente de até R$ 150, conforme a assiduidade dos jovens.
A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Estado da Educação, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), professores da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisadores da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O investimento total no programa será de US$ 663 mil, sendo US$ 130 mil da secretaria, US$ 200 mil do BID e US$ 333 mil de parceiros
A secretaria informou que 441 escolas da rede em 70 municípios do interior e da Grande São Paulo participarão do programa. As sessões de estudo terão duração de 90 minutos e acontecerão duas vezes por semana, durante 12 semanas, entre os dias 1º de setembro e 23 de novembro. No dia 19 de agosto, será divulgado no site do Multiplicando Saber (www.multiplicandosaber.org.br) as escolas e os alunos que serão beneficiados pelo programa.
A estimativa do governo é atingir a meta de 35 estudantes inscritos por escola do Ensino Fundamental e 15 tutores por escola do Ensino Médio. O professor coordenador também receberá um vale-presente de até R$ 50, de acordo com o número de alunos inscritos em sua escola (quanto mais próximo da meta, maior o valor), e outro vale-presente de até R$ 150, conforme a assiduidade dos jovens.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Amigo é só me chamar
Celina Borges
Composição: Celina BorgesAmigo é só me chamar
Feche os Olhos vou te encontar
Onde estiver te ouvirei
Eu oro pra que você
Tenha unção
Tenha Força
Amigo eu te dou minha capa
Feche os Olhos vou te encontar
Onde estiver te ouvirei
Eu oro pra que você
Tenha unção
Tenha Força
Amigo eu te dou minha capa
Amigo é
A familia que se escolhe
O meu amigo é
A alma que a minha acolhe
Eu escolhi estar com você
Nossa amizade
Não há de se perder
Eu escolhi crescer com você
A nossa historia o céu vai escrever
A familia que se escolhe
O meu amigo é
A alma que a minha acolhe
Eu escolhi estar com você
Nossa amizade
Não há de se perder
Eu escolhi crescer com você
A nossa historia o céu vai escrever
Amigo é só me chamar
Feche os Olhos vou te encontar
Onde estiver te ouvirei
Eu oro pra que você
Tenha unção
Tenha Força
Amigo eu te dou minha capa
Feche os Olhos vou te encontar
Onde estiver te ouvirei
Eu oro pra que você
Tenha unção
Tenha Força
Amigo eu te dou minha capa
O Nosso Deus é cumplice de nós
Se a Dor chegar quero ser a sua voz
E quando a cruz pezar pra valer
Pode chamar eu vou chorar com você
Se a Dor chegar quero ser a sua voz
E quando a cruz pezar pra valer
Pode chamar eu vou chorar com você
Amigo é só me chamar
Feche os Olhos vou te encontar
Onde estiver te ouvirei
Eu oro pra que você
Tenha unção
Tenha Força
Amigo eu te dou minha capa
Feche os Olhos vou te encontar
Onde estiver te ouvirei
Eu oro pra que você
Tenha unção
Tenha Força
Amigo eu te dou minha capa
terça-feira, 6 de julho de 2010
|
- O senhor é secretário da educação, não é?
E o homem:
- Sou...Como você adivinhou???
E a Professora:
- Simples: o senhor está completamente perdido, não sabe fazer nada e ainda quer colocar a culpa no professor.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Data importante!!!

Hoje Dia de combate a exploração sexual de crianças e adolescentes
Sabemos que essa é um triste realidade vigente em nossa sociedade!!! Por isso devemos entra forte nesta campanha contra a exploração sexual de crianças e adolescentes. Fazendo denúncias, publicando texto de conscientização e buscando exercer a cidadania que nos compete e é nossa obrigação.
Convidamos todos a fazer parte dessa luta. Nossas crianças merecem respeito e serem tratadas com dignidade.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
| A vovó na janela "Cada sociedade tem a educação que quer. A nossa é péssima, antes de tudo, porque não fazemos a nossa parte" | ||
| Em uma pesquisa internacional sobre aprendizado de leitura, os resultados da Coréia pareciam errados, pois eram excessivamente elevados. Despachou-se um emissário para visitar o país e checar a aplicação. Era isso mesmo. Mas, visitando uma escola, ele viu várias mulheres do lado de fora das janelas, espiando para dentro das salas de aula. Eram as avós dos alunos, vigiando os netos, para ver se estavam prestando atenção nas aulas. A obsessão nacional que leva as avós às janelas é a principal razão para os bons resultados da educação em países com etnias chinesas. A qualidade do ensino é um fator de êxito, mas, antes de tudo, é uma conseqüência da importância fatal atribuída pelos orientais à educação. Foi feito um estudo sobre níveis de stress de alunos, comparando americanos com japoneses. Verificou-se que os americanos com notas muito altas eram mais tensos, pois não são bem-vistos pelos colegas de escolas públicas. Já os estressados no Japão eram os estudantes com notas baixas, pela condenação dos pais e da sociedade. Pesquisadores americanos foram observar o funcionamento das casas de imigrantes orientais. Verificou-se que os pais, ao voltar para casa, passam a comandar as operações escolares. A mesa da sala transforma-se em área de estudo, à qual todos se sentam, sob seu controle estrito. Os que sabem inglês tentam ajudar os filhos. Os outros – e os analfabetos – apenas vigiam. Os pais não se permitem o luxo de outras atividades e abrem mão da TV. No Japão, é comum as mães estudarem as matérias dos filhos, para que possam ajudá-los em suas tarefas de casa. Fala-se do milagre educacional coreano. Mas fala-se pouco do esforço das famílias. Lá, como no Japão, os cursinhos preparatórios começam quase tão cedo quanto a escola. Os alunos mal saem da aula e têm de mergulhar no cursinho. O que gastam as famílias pagando professores particulares e cursinhos é o mesmo que gasta o governo para operar todo o sistema escolar público. Esses exemplos lançam algumas luzes sobre o sucesso dos países do Leste Asiático em matéria de educação. Mostram que tudo começa com o desvelo da família e com sua crença inabalável de que a educação é o segredo do sucesso. Países como Coréia, Cingapura e Taiwan não gastam muito mais do que nós em educação. A diferença está no empenho da família, que turbina o esforço dos filhos e força o governo a fazer sua parte. É curioso notar que os nipo-brasileiros são 0,5% da população de São Paulo. Mas ocupam 15% das vagas da USP. Não obstante, seus antepassados vieram para o Brasil praticamente analfabetos. Muitos pais brasileiros de classe média achincalham nossa educação. Mas seu esforço e sacrifício pessoal tendem a ser ínfimos. Quantos deixam de ver TV para assegurar-se de que seus pimpolhos estão estudando? Quantos conversam freqüentemente com os filhos? As pesquisas mostram que tais gestos têm impacto enorme sobre o desempenho dos filhos. Se a família é a primeira linha de educação e apoio à escola, que lições estamos dando às famílias mais pobres? O Ministério da Saúde da União Soviética reclamava contra o Ministério da Educação, pois julgava que o excesso de horas de estudo depois da escola e nos fins de semana estava comprometendo a saúde da juventude. Exatamente a mesma queixa foi feita na Suíça. No Brasil, uma pesquisa recente em escolas particulares de bom nível mostrou que os alunos do último ano do ensino médio disseram dedicar apenas uma hora por dia aos estudos – além das aulas. Outra pesquisa indicou que os jovens assistem diariamente a quatro horas de TV. Esses são os alunos que dizem estar se preparando para vestibulares impossíveis. Cada sociedade tem a educação que quer. A nossa é péssima, antes de tudo, porque aceitamos passivamente que assim seja, além de não fazer nossa parte em casa. Não podemos culpar as famílias pobres, mas e a indiferença da classe média? Está em boa hora para um exame de consciência. Estado, escola e professores têm sua dose de culpa. Mas não são os únicos merecendo puxões de orelha. Claudio de Moura Castro é economista (claudiodmc@attglobal.net) Artigo publicado na revista Veja edição 1879 - Ponto de Vista |
Indices gerais
São Paulo
Itaquaquecetuba
Joaquim Gonçalves Ferreira da Silva
Fonte: MEC/INEP 2006
Itaquaquecetuba
Joaquim Gonçalves Ferreira da Silva
| JOAQUIM GONCALVES FERREIRA DA SILVA - ITAQUAQUECETUBA - SP | ![]() | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Essa escola é Estadual e fica na área Urbana | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Percentual de alunos que foram aprovados, reprovados, abandonaram a escola ou estão acima da idade adequada para sua série: | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Creche | Pré-Escola | Ensino Fundamental I | Ensino Fundamental II | Ensino Médio | |
|---|---|---|---|---|---|
| BRASIL | 34,0% | 45,6% | 57,7% | 85,4% | 95,4% |
| SUDESTE | 36,5% | 59,7% | 74,2% | 95,1% | 97,7% |
| SAO PAULO | 38,3% | 67,2% | 89,4% | 98,6% | 98,8% |
Fonte: MEC/INEP/DTDIE - 2006

Média de alunos por turma
| Creche | Pré-Escola | Ensino Fundamental I | Ensino Fundamental II | Ensino Médio | |
|---|---|---|---|---|---|
| BRASIL | 17,3 | 21,1 | 25,7 | 31,4 | 36,7 |
| SUDESTE | 15,4 | 20,8 | 26,8 | 32,5 | 36,5 |
| SAO PAULO | 14,8 | 21,8 | 28,6 | 33,1 | 36,4 |
| ITAQUAQUECETUBA | 15,8 | 22,5 | 32,6 | 36,8 | 40,5 |
| JOAQUIM GONCALVES FERREIRA DA SILVA | -- | -- | 32,5 | 39,7 | 41,1 |
Fonte: MEC/INEP/DTDIE - 2006
Média de horas-aula diárias| Creche | Pré-Escola | Ensino Fundamental I | Ensino Fundamental II | Ensino Médio | |
|---|---|---|---|---|---|
| BRASIL | 8,0 | 4,5 | 4,3 | 4,5 | 4,4 |
| SUDESTE | 8,6 | 4,7 | 4,6 | 4,8 | 4,7 |
| SAO PAULO | 9,0 | 4,6 | 4,7 | 5,0 | 4,8 |
| ITAQUAQUECETUBA | 8,2 | 4,1 | 4,4 | 5,2 | 4,4 |
| JOAQUIM GONCALVES FERREIRA DA SILVA | -- | -- | 4,8 | 4,8 | 4,1 |
Fonte: MEC/INEP - 2006
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Ideb
| Ensino Fundamental I | Ensino Fundamental II | Ensino Médio | |
|---|---|---|---|
| BRASIL | 4,2 | 3,8 | 3,5 |
| SUDESTE | 4,8 | 4,1 | 3,7 |
| SAO PAULO | 4,7 | 4,0 | 3,4 |
| ITAQUAQUECETUBA | 4,1 | -- | -- |
| JOAQUIM GONCALVES FERREIRA DA SILVA | 3,8 | 3,1 | -- |
Fonte: MEC/INEP - 2007
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) é um indicador da qualidade da Educação desenvolvido pelo Ministério da Educação. Seus valores variam de 1 a 10, e o objetivo do MEC é que o Brasil alcance o Ideb 6, no Ensino Fundamental I, até 2022.
O Ideb do Brasil é composto pelos Idebs das escolas das redes federal, estadual, municipal e particular.
O Ideb do estado mostra como está a Educação das escolas da rede estadual e, o do município, das escolas da rede municipal
O Ideb do Brasil é composto pelos Idebs das escolas das redes federal, estadual, municipal e particular.
O Ideb do estado mostra como está a Educação das escolas da rede estadual e, o do município, das escolas da rede municipal
Prova Brasil
| 4a série EF | 8a série EF | |||
| Língua Portuguesa | Matemática | Língua Portuguesa | Matemática | |
|---|---|---|---|---|
| BRASIL | 175,8 | 193,5 | 234,6 | 247,4 |
| SUDESTE | 183,8 | 202,3 | 239,6 | 252,9 |
| SAO PAULO | 185,4 | 204,0 | 239,0 | 251,6 |
| ITAQUAQUECETUBA | 163,6 | 181,4 | -- | -- |
| JOAQUIM GONCALVES FERREIRA DA SILVA | 159,9 | 175,4 | 222,8 | 231,6 |
Fonte: MEC/INEP - 2007
A Prova Brasil é uma avaliação realizada a cada dois anos pelo Ministério da Educação. Ela mede o desempenho dos alunos da 4ª e da 8ª séries do Ensino Fundamental em Língua Portuguesa e Matemática nas escolas públicas e urbanas.
A pontuação mínima estabelecida pelo Todos Pela Educação como adequada a cada série é:
- 4ª série - Língua Portuguesa: 200 pontos; Matemática: 225 pontos
- 8ª série - Língua Portuguesa: 275 pontos; Matemática: 300 pontos
A pontuação mínima estabelecida pelo Todos Pela Educação como adequada a cada série é:
- 4ª série - Língua Portuguesa: 200 pontos; Matemática: 225 pontos
- 8ª série - Língua Portuguesa: 275 pontos; Matemática: 300 pontos
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